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GravidezArquivo

quinta-feira

21

setembro 2017

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Votação de PEC que barra aborto é adiada para 4 de outubro

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Brasília – Devido ao início da Ordem do Dia no plenário da Câmara, a bancada evangélica não conseguiu votar nesta quarta-feira, 20, na comissão especial a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que, na prática, põe em risco à legislação em vigor que permite a interrupção da gravidez no País.

A sessão foi cancelada e a votação foi remarcada para 4 de outubro.

Originalmente, a PEC tratava da extensão da licença maternidade para a trabalhadora que tiver bebê prematuro.

Pela proposta, a licença à gestante com duração de 120 dias pode ser estendida, sem prejuízo de emprego e salário, à quantidade de dias que o recém-nascido ficar internado, não podendo ultrapassar os 240 dias.

O relatório final do deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP), no entanto, incluiu uma mudança no artigo primeiro da Constituição – que versa sobre os princípios fundamentais – enfatizando no texto “a dignidade da pessoa humana desde a sua concepção”.

A inserção do texto aconteceu após a votação da admissibilidade da PEC na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), fato que é contestado pela bancada contrária ao tema. “O que a gente quer é preservar a vida”, justificou o relator.

A sessão chegou a ser aberta com uma questão de ordem dos opositores da inclusão do trecho que trata do aborto. A deputada Érika Kokay (PT-DF) disse que o tema era “estranho” ao conteúdo original da proposição. “É fraude constitucional e processual”, acusou.

Atualmente, o Código Penal permite o aborto em caso de risco de morte para a gestante ou em situação de gravidez resultante de estupro.

O Supremo Tribunal Federal também já decidiu que aborto de anencéfalo não é crime. Mudalen diz que sua proposição não muda o que já prevê o Código Penal, mas não descarta a possibilidade de questionamentos futuros na Justiça sobre a divergência textual entre nova emenda à Carta Magna e o Código Penal. “Entrar (na Justiça) todos podem entrar”, disse.

A comissão foi instalada em dezembro passado em retaliação à decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) de que não é crime o aborto realizado durante o primeiro trimestre de gestação – independentemente do motivo que leve a mulher a interromper a gravidez.

O presidente do colegiado, Evandro Gussi (PV-SP), nega que a PEC revogará o que hoje é permitido no Código Penal e diz que a mudança no texto constitucional foi uma necessidade diante da “usurpação” de competência do legislativo pelo STF.

“Sob pretexto de interpretação, tem se usurpado competências”, declarou.

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quarta-feira

13

setembro 2017

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França autorizará reprodução assistida a solteiras e homossexuais

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Paris – A França autorizará o recurso à reprodução assistida, por enquanto limitada aos casais heterossexuais, às mulheres solteiras e também às homossexuais, afirmou nesta terça-feira a secretária de Estado para a Igualdade de Mulheres e Homens, Marlene Schiappa.

“Abrir a reprodução assistida a todas as mulheres é uma questão de justiça”, disse Schiappa em uma entrevista radiotelevisionada pela “RMC” e “BFMTV”, na qual garantiu o cumprimento desse compromisso de campanha do presidente, Emmanuel Macron.

Sobre o calendário, precisou que “provavelmente” será feito com a reforma da lei sobre a bioética prevista para o próximo ano.

Schiappa se referiu à decisão do Comitê de Ética que tinha dado autorização em junho a essa ampliação dos direitos a todas as mulheres e considerou que já não há nada que impeça realizar essa reforma legal.

Por outro lado, a secretária de Estado indicou que os seus serviços trabalham com o ministro do Interior, Gérard Collomb, para sancionar com multas o assédio às mulheres na rua e para dar-lhe uma figura legal.

Schiappa afirmou que a igualdade entre homens e mulheres será declarada no começo de outubro como “grande causa” do mandato de Macron.

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terça-feira

5

setembro 2017

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Kate Middleton, esposa de Príncipe William, espera terceiro filho

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Londres – A duquesa de Cambridge e esposa do príncipe William da Inglaterra, Kate Middleton, está grávida do seu terceiro filho, informou nesta segunda-feira Kensington Palace, residência oficial do casal.

Os duques já são pais do príncipe George, de 4 anos, e da princesa Charlotte, de 2 anos.

William, segundo na linha de sucessão à Coroa britânica, se casou com Kate em abril de 2011 em cerimônia realizada na Abadia de Westminster.

“Os duques de Cambridge estão encantados em anunciar que a duquesa está esperando seu terceiro filho. A Rainha e os membros de ambas famílias estão encantados com a notícia”, aponta um comunicado do palácio.

Como nas gravidezes anteriores, a duquesa, de 35 anos, sofre com náuseas matutinas, por isso foi obrigada a cancelar um evento beneficente previsto para hoje, indica a nota.

A esposa do príncipe William tinha previsto visitar hoje um centro de crianças no norte de Londres, segundo a fonte.

A notícia foi revelada poucos dias após completar o 20° aniversário da morte da mãe do duque de Cambridge, Diana, ocorrida em 31 de agosto de 1997 em Paris.

Além disso, o palácio comunicou a gravidez dias antes que o príncipe George, terceiro na linha de sucessão à coroa britânica, iniciar seu primeiro dia na pré-escola em um colégio do sul de Londres.

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quinta-feira

31

agosto 2017

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Mulher se forma aos 97 anos após ser expulsa de escola em 1938

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Uma mulher do estado de Michigan, nos Estados Unidos, recebeu seu diploma do Ensino Médio quase oito décadas depois de ter feito o curso.

Em 1938, Iris Weatherwax tinha 18 anos e estava prestes a concluir seus estudos na escola secundária. No entanto, ela não conseguiu terminar a graduação, já que ficou grávida e foi expulsa do colégio.

Hoje com 97 anos, Iris finalmente recebeu um diploma honorário do distrito escolar de Davison. A cerimônia ocorreu no último dia 23 e “foi maravilhosa”, segundo declarou a própria idosa ao jornal local Flint.

Paula Clarambeau, sobrinha de Iris, foi a responsável por entrar em contato com o distrito escolar, pedindo que sua tia recebesse um diploma.

A formanda recebeu o certificado das mãos de Eric Lieske, superintendente das escolas comunitárias de Davison, que foi pessoalmente à residência de Iris para cumprimentá-la.

“Quando ela perguntou para seu filho se estava tudo bem se ela chorasse, eu pensei: ‘Isso é realmente importante. É significativo e foi tocante ter essa oportunidade. Eu estou feliz que a família nos deixou fazer parte de tudo isso”, disse Lieske ao canal ABC News.

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sexta-feira

18

agosto 2017

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Menina de 10 anos vítima de estupro dá à luz bebê na Índia

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Mumbai – Uma menina de 10 anos vítima de estupro, que teve um pedido de aborto negado pela Suprema Corte da Índia, deu à luz nesta quinta-feira um bebê, em um caso que provocou indignação sobre o abuso sexual de crianças no país.

A menina não sabia que estava grávida e que deu à luz uma menina. Seus pais disseram à filha que ela passaria por uma cirurgia para remover uma pedra.

“A menina está bem, ela está se recuperando. Nós esperamos que ela seja liberada no início da próxima semana”, disse o médico Dasari Harish, que lidera um comitê que supervisiona o tratamento da menina.

A vítima, cuja identidade foi mantida em segredo, deu à luz uma menina através de uma cesariana em um hospital público na cidade de Chandigarh, disse Harish.

“Os pais da menina se recusaram a assumir a guarda da criança, e concordaram em colocá-la para adoção através da agência estatal. Eles disseram que não querem nem ver a criança”, disse à Thomson Reuters Foundation.

Relatos da mídia local disseram que a menina foi estuprada por um tio, que agora está preso.

A gravidez foi descoberta quando a menina foi levada para um hospital no último mês reclamando de dores no estômago, e descobriu-se que ela estava grávida de 30 semanas.

Um tribunal local se recusou a conceder um aborto à menina, afirmando que seria muito arriscado devido a fase avançada da gravidez. Um recurso na Suprema Corte foi rejeitado pelo mesmo motivo no dia 28 de julho.

A lei na Índia proíbe abortos após 20 semanas de gravidez, a não ser que a vida da mãe esteja em perigo, ou em circunstâncias excepcionais.

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sexta-feira

18

agosto 2017

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Excesso de ácido fólico na gravidez pode elevar risco de autismo

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São Paulo – O consumo de folato – ou ácido fólico na forma sintética – antes e durante a gestação é essencial para ajudar no fechamento do tubo neural dos bebês, que formará o sistema nervoso central. A substância também evita problemas morfológicos, como anencefalia, fenda palatina e lábio leporino, mas o excesso dessa vitamina (B9) pode aumentar duas vezes o risco de autismo nas crianças.

A conclusão vem de um estudo conduzido por pesquisadores da Escola de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg, nos Estados Unidos, que analisou 1.391 mães e respectivos filhos entre 1998 e 2013. O nível de folato no sangue delas foi medido logo após o parto, e as crianças foram acompanhadas nesse período.

Os resultados, apresentados em 2016, indicaram que as mães de filhos autistas tinham níveis de folato quatro vezes mais altos do que o adequado. O excesso foi encontrado em uma a cada dez participantes.

“O excesso de folato atua em um quadro muito específico, no mecanismo de hipermetilação do DNA do feto, que pode prejudicar o neurodesenvolvimento. O excesso pode prejudicar os genes que fazem a maturação do encéfalo e causar alguma má formação, podendo desenvolver autismo ou autismo parcial”, explica Antonio Cabral, doutor em obstetrícia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e professor titular de obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Cabral deixa claro, porém, que o autismo é causado por motivos muito mais amplos do que esse fator isolado. “Tem de ter predisposição genética e outros fatores. O excesso de folato pode ter uma consequência diferente em outra pessoa”, salienta.

Transtorno

O psiquiatra Andreas Stravogiannis, diretor técnico da Associação de Amigos do Autista (AMA), explica que o autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento e tem múltiplas causas. “Tem o fator genético e os fatores ambientais que, junto com os hereditários, podem levar ao quadro”, diz.

Entre as possíveis causas ambientais, o especialista cita as infecções neonatais, problemas no trabalho de parto, desnutrição da mãe que pode atrapalhar a formação do feto, exposição a substâncias químicas ou tóxicas durante a gravidez ou do bebê nos primeiros dias de vida e parto prematuro.

Stravogiannis diz que ainda é um questionamento para médicos e para a ciência por que fatores tão distintos levariam a um quadro de autismo – ou outra alteração neurológica. Mas ele ressalta que nem toda mãe que passa por alguma dessas situações terá um filho autista.

“Quando se chega ao diagnóstico de autismo, cabe investigar as possíveis causas, mas, na maioria das vezes, as pacientes não têm evidências suficientes que justifiquem o autismo”, explica o psiquiatra.

Na época da divulgação do estudo, alguns médicos rebateram os resultados. Segundo as críticas, os pesquisadores estariam sendo “irresponsáveis” e “gerando riscos” nas mães que, na verdade, deveriam continuar tomando a vitamina. Além disso, um estudo publicado em 2013 no “The Journal of the American Medical Association” mostrou que a ingestão de ácido fólico por gestantes reduziria o risco de autismo.

Antonio Cabral explica que, naquele momento, houve o alerta de que as mulheres já estavam ingerindo ácido fólico na alimentação. A substância pode ser encontrada naturalmente em frutas e vegetais e é utilizada para enriquecer farinhas. “O que não deve haver é uso em altas doses”, enfatiza. A ingestão de ácido fólico por gestantes continua sendo importante.

Por já consumir a vitamina nos alimentos, mesmo sem saber, as mulheres grávidas ou que planejam ter filhos devem se atentar para a dosagem correta na hora da suplementação. O ideal, segundo Cabral, é ingerir de 0,4 a 0,8 miligramas por dia antes de engravidar e nos três primeiros meses da gestação, seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de entidades brasileiras como o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).

Essa dose, porém, pode variar de uma mulher para outra. “Se a mulher tem alguma atividade ou hábito que possa reduzir o ácido fólico (no organismo), como fumar ou atividade física intensa, pode usar dentro dessa dosagem ou um pouco mais. Tem de conversar com o médico para ver se é excessiva”, explica Cabral. Um exame de sangue que mede a quantidade de folato também pode auxiliar na prescrição correta da vitamina.

Ausência ou ingestão incorreta

No Brasil, 55,4% das mulheres engravidam sem planejar, segundo uma pesquisa realizada pela Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/Fiocruz). Ou seja, elas não se beneficiam das ações positivas do ácido fólico antes da concepção.

Além de ajudar no neurodesenvolvimento e na morfologia, a vitamina auxilia na formação do coração e, se tomada em doses mais baixas durante toda a gestação, evita parto prematuro, afirma Cabral.

O risco do excesso de folato no sangue está presente. Por ser uma vitamina comum, a substância é vendida em farmácias sem necessidade de prescrição médica e distribuída gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Neste último caso, ela é adquirida para diversos fins, como contra anemia, e pode estar disponível em dosagem maior do que a indicada para grávidas.

Mais estudos

“A suplementação adequada é protetiva – continua sendo o caso do ácido fólico”, diz Daniele Fallin, uma dos autores do estudo da Johns Hopkins Bloomberg. No entanto, os pesquisadores dizem que mais estudos são necessários para determinar quanto de ácido fólico uma mulher deveria consumir durante a gestação.

“O ácido fólico age no primeiro trimestre, principalmente, no tubo neural. Teria de ver se nesse período inicial (as mães) tinham valores elevados”, considera Stravogiannis, apontando para o fato de o estudo ter medido os níveis de folato no pós-parto.

Em meio aos benefícios importantes e possíveis riscos do excesso de folato em gestantes, o alerta é para que médicos e mulheres se atentem para a dosagem adequada da substância.

 

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sábado

12

agosto 2017

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Chinesa é detida após tentar mandar filha a orfanato pelo correio

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Pequim – A polícia chinesa deteve na cidade de Fuzhou uma mãe de 24 anos que tentou enviar pelo correio sua filha recém-nascida a um orfanato, informou nesta sexta-feira a imprensa local.

A mãe, de sobrenome Luo, entrou em contato com um serviço de mensagem para transportar o pacote ao orfanato.

O carteiro, que estranhou quando a mulher o impediu de ver o conteúdo do pacote, observou mais tarde que este se movia e fazia barulhos. Então, o profissional decidiu abri-lo e descobriu que havia uma recém-nascida.

O bebê passa bem e sua vida não corre perigo, segundo fontes do hospital para onde foi levado, enquanto a mulher está sob custódia policial.

A mãe prometeu cuidar da menina e não voltar a abandoná-la, algo que suscitou um grande debate nas redes sociais do país.

O Ministério de Assuntos Civis aponta que há cerca de 460 mil órfãos na China, um número que aumentou especialmente nos anos da política “do filho único”, ao provocar abandonos especialmente de meninas em áreas pobres do país.

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quarta-feira

9

agosto 2017

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Nova descoberta pode ajudar mulheres que querem engravidar

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Londres – Um grupo de pesquisadores da Universidade de Illinois (Estados Unidos) criou uma nova técnica para produzir imagens de embriões de gado vivos que podem ajudar no desenvolvimento da fecundação in vitro em humanos.

O estudo, publicado nesta terça-feira na revista “Nature Communications”, proporcionaria informações avançadas sobre o estado de saúde dos embriões e ajudaria os médicos a selecionar os que têm mais chances de passar por uma gravidez sem eventuais problemas.

Esta informação poderia ser útil para os casais que têm problemas de fertilidade, levando em conta que um tratamento de fecundação pode custar até US$ 20 mil (R$ 62,5 mil), o que aumenta a necessidade de acertar na primeira tentativa.

O novo método, que foi testado em uma vaca, consiste em usar luz através dos tecidos com o objetivo de criar uma imagem dos embriões.

Esta técnica também resolve os problemas causados por outros métodos químicos e físicos, que representam um risco tóxico para o tecido vivo.

“Um dos santos graais da embriologia é encontrar uma forma de determinar de uma maneira não invasiva quais embriões são mais viáveis”, apontou um dos autores da pesquisa, Matthew Wheeler.

A análise do embriões para poder determinar seu desenvolvimento é realizada através da observação dos efluentes das células, embora, segundo Wheeler, “ainda não existe um marcador universal para diagnosticar com exatidão o estado de saúde do embriões”.

Outro dos cientistas, Marcello Rubessa, apontou que o teste definitivo da utilidade desta descoberta será “escolher o embriões sadios” e desenvolver com ele “um vitelo vivo”.

A equipe de pesquisadores espera que esta técnica possa ser aplicada nos tratamentos de fertilidade humana, bem como nos diferentes estudos de tecidos animais que sirvam para o desenvolvimento científico.

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terça-feira

1

agosto 2017

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Jovem é acusada de inventar gravidez e enganar até a Justiça

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Ribeirão Preto (SP) – Uma mulher é investigada em Ribeirão Preto (SP) por inventar uma gravidez, falsificar um exame para enganar a Justiça e receber recursos do suposto pai.

A farsa durou um ano e foi descoberta no aniversário do bebê que não existia.

A família de Victor Guerino, o suposto pai e que está há meses em uma cadeira de rodas por causa de um câncer, descobriu a mentira e a acusada, Pâmela Ribeiro Serveli, de 24 anos, foi detida e levada à delegacia no dia da festa, no mês passado.

Ela teria tentado ainda sequestrar o bebê de uma amiga para apresentar como sendo a sua filha que, segundo dizia, se chamava Laura.

Antes da confusão, o rapaz se viu obrigado pela Justiça a custear as despesas para o nascimento da criança. Para convencer ele e o juiz, a jovem com quem namorou teria se utilizado de artifícios como uma barriga falsa e a alteração em um teste de gravidez.

O caso agora é apurado pela Polícia Civil e Ministério Público, que investiga se a mulher induziu a Justiça ao erro e se teve a ajuda de alguém. Os documentos passaram por perícia e são aguardados os laudos.

Guerino falou que nunca chegou a ver a tal criança e que a ex-namorada não aceitava a separação. “Só vi pela internet”, explicou. Isso porque a ex chegou a publicar fotos daquela que seria sua filha recém-nascida.

Fantasia

O advogado Carlos José Andreotti, que defende a jovem, alega que ela vinha enfrentando problemas psiquiátricos e está em tratamento.

Segundo ele, a separação do namorado pode ter contribuído para a situação. “Talvez ela fantasiou tudo devido ao relacionamento”. Para ele, a família da suspeita não teve envolvimento no caso.

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sexta-feira

21

julho 2017

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Novo método de reprodução assistida pode aumentar taxa de sucesso

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Bilbao – Uma equipe de investigadores da Espanha desenvolveu uma estratégia para melhorar a seleção de espermatozoides para as técnicas de reprodução assistida que “poderia aumentar em 20% a taxa de gestação obtida atualmente através da injeção intracitoplasmática”.

A Universidade do País Basco (UPV/EHU), à qual pertencem os cientistas, explicou em um comunicado que o sistema de seleção espermática está baseado na presença de biomarcadores moleculares – indicadores de um estado biológico – nos espermatozoides.

Denominado “SpermSelect”, o método ainda está em fase de registro da patente e poderia começar a ser utilizado como técnica complementar às atuais em “dois ou três anos”, quando passará a ser comercializado através de “um ‘kit’ de seleção rápida e fácil de usar” em clínicas de reprodução assistida.

Calcula-se que 186 milhões de pessoas no mundo todo sofreram problemas de infertilidade e que entre 30% e 50% dos casos se devem ao fator masculino.

Além disso, segundo a nota, entre 20% e 30% dos homens com parâmetros seminais normais têm dificuldade para conseguir a fecundação.

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