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BebêsArquivo

quarta-feira

20

dezembro 2017

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Porta dos Fundos faz vídeo viral sobre cesáreas “de Natal”

Escrito por , Postado emBebês, Gravidez, Notícias

São Paulo – O canal de humor Porta dos Fundos publicou um vídeo neste final de semana sobre cesáreas programadas pelos médicos, mais comuns no final do ano. O vídeo, postado no Facebook no sábado (16), viralizou: teve 32 mil curtidas e foi compartilhado mais de 12 mil vezes.

“As gestantes precisam se informar bastante para saber como preferem o parto. Apesar de muitas preferirem o natural, a cesárea é a única alternativa possível em alguns casos, como: cordão umbilical mal posicionado, falta de dilatação, ou feriados prolongados”, ironiza o canal de humor ao publicar o vídeo.

Protagonizado pelo comediante Gregorio Duvivier, que anunciou que será pai em julho deste ano, o vídeo trata a situação com leveza, mas aborda um tema sério: a violência obstétrica.

O vídeo mostra uma mulher frustrada em um consultório quando o seu médico anuncia que irá adiantar o seu parto por causa do período de festas. “Com 7 meses já dá para nascer (…) em dezembro é terrível (…) estou bêbado todos os dias”. O médico chega a brincar sobre o signo do bebê. “Vai ser de sagitário. Sagitariano é bicho solto!”.

Veja abaixo o vídeo publicado no canal:

Arquivado em:ESTILO DE VIDA

terça-feira

31

outubro 2017

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Mulher faz barriga de aluguel e descobre que um dos gêmeos é seu

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O casal pagou US$ 35 mil (cerca de R$ 110 mil) para Jessica ter um bebê fruto de um embrião do homem chinês. Depois de alguns meses já grávida, ela descobriu que seriam gêmeos idênticos, mas achou que estava tudo normal, que os dois bebês seriam dos chineses.

No contrato, Jessica pedia uma hora com os bebês antes de eles serem levados da maternidade. Os bebês eram meninos e nasceram no dia 12 de dezembro, saudáveis. Entretanto, o casal não cumpriu a determinação e foi embora com os bebês. Dias depois, os chineses enviaram uma foto para Jessica porque um dos bebês era muito diferente do outro.

“Eles não são iguais, né? Você imagina por que eles são tão diferentes?”, disse a mulher chinesa via mensagem. “Uau! Eles são diferentes”, respondeu Jessica. Por isso, os bebês foram submetidos a testes de DNA e, alguns dias depois, veio a resposta: um dos bebês, Mike, era filho dos chineses. Já o outro, Max, tinha os genes de Jessica.

O segundo bebê foi consequência de uma superfetação, que é quando um segundo óvulo é fecundado mesmo após a mulher já estar grávida. A superfetação é um acontecimento extremamente raro.

Depois disso, Jessica recebeu uma ligação da Omega, agência que intermediou a contratação da barriga de aluguel, relatando que Max foi deixado lá, porque o casal chinês não queria ficar com o bebê e ainda queria uma compensação financeira de US$ 18 mil (R$ 59 mil) a US$ 22 mil (R$ 72 mil). Então Jessica e seu marido, Wardell, disseram que queriam “adotar” o filho deles.

Entretanto, eles ainda teriam de pagar a dívida, e o problema é que Jessica já havia gastado a maior parte do dinheiro recebido na hora da contratação. Além disso, a omega queria uma taxa de US$ 7 mil (R$ 22 mil) por causa das burocracias. “Era como se Max fosse uma commodity e nós estivéssemos pagando para adotar nosso próprio filho”, falou Jessica.

Em 5 de fevereiro, Jessica e Wardell finalmente pegaram seu filho e o chamaram de Malachi. “O momento foi incrivelmente emocionante e eu comecei a beijar e abraçar meu menino”, falou.

Ela e o marido contrataram um advogado e iniciaram uma batalha judicial contra a Omega e contra o casal. O processo ainda está em curso, porém Jessica já conseguiu suspender a taxa que pagaria à Omega. “Já faz nove meses que estamos com Malachi e ele está muito bem, ele é tão lindo! Ele está saudável e sua personalidade é hilária. Ele ama seus irmãos e está aprendendo a andar e começando a falar”, contou Jessica.

Arquivado em:CIÊNCIA

quarta-feira

21

junho 2017

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Câmara aprova prorrogação de bolsa a estudantes que derem à luz

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Projeto de lei (PL 3.012/15) que permite a prorrogação dos prazos de vigência das bolsas de estudo concedidas por agências de fomento à pesquisa nos casos de maternidade e adoção foi aprovado hoje (20) pela Câmara.

A prorrogação da bolsa será por um período de 120 dias e se destina a estudantes que derem à luz ou adotarem crianças ou obtiverem a guarda judicial de crianças para fins de adoção. O texto segue para a apreciação do Senado Federal.

De autoria da deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), o projeto beneficia as bolsistas de mestrado, doutorado, alunas de graduação sanduíche (universitário faz parte do curso fora do país), pós-doutorado ou estágio sênior que tenham bolsa de estudo com duração mínima de 12 meses, concedidas pelas agências de fomento para a formação de recursos humanos.

A bolsista terá direito a prorrogação do prazo se comprovado o afastamento temporário em virtude de parto, adoção ou obtenção da guarda judicial.

O texto estabelece que se os cônjuges forem bolsistas, a prorrogação da licença por 120 dias será apenas para um deles.

De acordo com o projeto aprovado pelos deputados, se ocorrer a morte de um dos cônjuges durante o período da bolsa, o outro bolsista poderá usufruir do período que ainda falta para concluir a prorrogação.

Na justificativa da matéria, a autora Alice Portugal alega que “como não é possível conceder às estudantes bolsistas licença maternidade por meio da Previdência Social, pois o sistema exige contribuição individual, a solução encontrada por uma das agências de fomento foi a prorrogação da bolsa de estudo”.

Ainda segundo a deputada, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), por meio de portaria, prevê a possibilidade de extensão da bolsa de estudos por quatro meses, se comprovado o afastamento temporário em virtude de parto durante a vigência da bolsa.

“Proponho institucionalizar em lei federal, estendendo-o a todas as agências de fomento, oferecendo mais proteção às pós-graduandas em caso de gravidez e parto. Creio que é medida justa e mais do que pertinente para salvaguardar os direitos das mulheres bolsistas da pós-graduação brasileira”, disse.

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sexta-feira

9

junho 2017

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Pequenas doses de álcool na gestação mudam o rosto do bebê

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“Dizem que colocaram álcool no bocal sem querer quando ele era embrião.”

Esse comentário exótico, dito em tom de fofoca, costuma estar fresco na memória de quem leu Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley.

A obra se passa em uma sociedade futurista distópica, em que todos os bebês são gerados em úteros artificiais numa típica linha de produção de fábrica.

Para garantir o equilíbrio social, só uma pequena parcela deles pode ser 100% saudável e inteligente.

Os demais, que na vida adulta serão destinados a profissões com atividades braçais e repetitivas, recebem álcool em seu líquido amniótico – no romance, a substância retarda o desenvolvimento do cérebro e causa problemas congênitos calculados.

Bernard, o personagem principal, é um dos seletos seres humanos 100% capazes, mas seu rosto carrega sinais de um erro na usina de produção de crianças: provavelmente uma gota de álcool desnecessária caiu em seu “útero”, o que mudou levemente seus traços.

Uma pesquisa publicada ontem no periódico JAMA Pediatrics revela que o escritor britânico acertou em cheio a parte científica, ainda que sem querer: consumir pequenas doses de álcool durante a gestação não é suficiente para causar má-formações realmente graves nos bebês – mas pode mudar um pouquinho o formato dos lábios superiores, do nariz e dos olhos do feto.

Já se sabe pelo menos desde 1973 que crianças que são expostas a grandes doses de álcool durante a gravidez estão sujeitas a problemas no desenvolvimento físico e mental – eles são chamados pela medicina de “desordens do espectro alcoólico fetal”, e são preocupantes em vários países: na África do Sul, por exemplo, até 9% das futuras mães bebem o suficiente para causar problemas para seus filhos.

Mas a medicina não tinha certeza de que esses efeitos eram graduais.

Em outras palavras, ninguém sabia se um simples gole de álcool geraria modificações proporcionalmente pequenas no feto, ou se a bebida só começa a “fazer efeito” em doses mais altas.

Para tirar a prova, um grupo de pesquisadores liderados pela pediatra australiana Jane Halliday acompanhou a gestação de 1570 mulheres, 27% das quais consumiram pelo menos um pouco de álcool ao longo dos nove meses.

Depois, quando os bebês já tinham um ano de idade, 415 deles foram fotografados por câmeras montadas em diversos ângulos.

Um programa de computador criou modelos tridimensionais a partir das imagens, que foram levados para análise. 

O resultado? Até mães que tomaram apenas um ou dois goles em uma única ocasião causaram leves mudanças nas feições de seus filhos, como um nariz um pouco mais curto e empinado.

Essas alterações, em geral, são imperceptíveis a olho nu, e só foram descobertas pelo algoritmo.

“Os resultados apontam que há alguns efeitos, mesmo que bem sutis”, afirmou Halliday à New Scientist. “Talvez eles não sejam duradouros, pois o rosto de uma criança muda muito nos dois primeiros anos de vida.”

É bom reforçar que essas alterações são puramente estéticas – nada mudou no desenvolvimento mental e corporal dos bebês.

A pesquisa é o primeiro passo para entender porque certos fetos são imunes à intoxicação por bebida. Os mecanismos pelos quais o álcool afeta as crianças são pouco conhecidos.

Não há um limite seguro de consumo nem uma maneira confiável de imunizá-las.

Apesar disso, Halliday pediu calma a mulheres que beberam algumas doses sem querer nos primeiros meses de gestação – quando ainda não sabiam que estavam grávidas:

“Até esse estágio da pesquisa, não levantamos nenhum problema digno de preocupação.”

O método de análise 3D, no futuro, será muito útil para diagnosticar casos mais leves das desordens, principalmente quando não há informações confiáveis sobre o consumo de álcool na gestação da criança examinada.

Este conteúdo foi publicado originalmente no site da Superinteressante.

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quarta-feira

26

Abril 2017

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Cientistas criam útero artificial para ajudar bebês prematuros

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Londres – Cientistas nos Estados Unidos desenvolveram um útero artificial a partir de uma bolsa preenchida por fluido, conhecida como um suporte extrauterino que pode transformar o tratamento de bebês que nascem extremamente prematuros, aumentando significativamente as chances de sobrevivência.

Em estudos pré-clínicos com cordeiros, os pesquisadores conseguiram simular o ambiente do útero e as funções da placenta, dando a prematuros a oportunidade crucial para desenvolver os pulmões e outros órgãos.

Aproximadamente 30 mil bebês, somente nos Estados Unidos, nascem prematuros em estado crítico –entre 23 e 26 semanas de gestação, disseram os pesquisadores a repórteres por telefone.

Nesse período, um bebê pesa um pouco mais do que 500 gramas, seus pulmões ainda não conseguem lidar com o ar e suas chances de sobrevivência são mínimas. A taxa de morte é de até 70 por cento, e aqueles que sobrevivem enfrentam deficiências por toda a vida.

“Esses bebês têm uma necessidade urgente de uma ponte entre o útero da mãe e o mundo exterior”, disse Alan Flake, um cirurgião especializado no Hospital de Crianças da Filadélfia que liderou o desenvolvimento do novo dispositivo.

O objetivo da equipe, disse Flake, era desenvolver um sistema extrauterino pelo qual bebês extremamente prematuros poderiam ficar suspensos em câmaras preenchidas por fluido por algumas semanas vitais até chegarem a idade de 28 semanas, quando suas chances de sobrevivência aumentam drasticamente.

Pode demorar mais 10 anos, mas até lá Flake espera ter um dispositivo licenciado no qual bebês que nascem muito prematuramente têm a chance de se desenvolver em câmaras preenchidas por fluido, em vez de incubadoras com ventilação mecânica.

Arquivado em:CIÊNCIA

sexta-feira

21

Abril 2017

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Antiepiléptico provoca milhares de casos de má-formação na França

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O antiepilético Dépakine e seu derivados causaram entre 2.150 e 4.100 casos de malformações congênitas graves desde o início de sua comercialização, em 1967 na França, segundo um estudo da Agência francesa de medicamentos publicado nesta quinta-feira.

As mães dos recém-nascidos afetados receberam o remédio – cujo princípio ativo é o ácido valproico – para tratar crises de epilepsia ou transtornos bipolares durante a gravidez.

“O estudo confirma o caráter teratogênico (causador de malformações) muito importante do ácido valproico. Cerca de 3.000 malformações graves, é muito alto”, declarou à AFP o doutor Mahmud Zureik, diretor científico da Agência francesa de medicamentos e coautor do estudo.

Desde 2015, o ácido valproico só pode ser prescrito às mulheres grávidas ou em idade de procriar em caso de fracasso dos demais tratamentos disponíveis, cujo risco é muito menor.

O risco de malformações congênitas graves é quatro vezes mais alto nas crianças nascidas de uma mãe tratada com Dépakine ou seus derivados por epilepsia em relação às crianças que não estiveram expostas ao ácido valproico no útero, e duas vezes mais alto quando esta molécula foi usada para resolver transtornos bipolares, segundo o estudo.

“Para os transtornos bipolares, é frequente a interrupção do tratamento no início da gravidez (…)” e os pacientes não tomam seus medicamentos com a mesma assiduidade, explica Zureik. Um fato importante, levando-se em conta que “o risco de malformações graves se limita aos dois primeiros meses de gravidez”, afirma o doutor Alain Weil, coautor do estudo.

Os pesquisadores estudaram 226 malformações congênitas, entre elas anomalias do sistema nervoso como a espinha bífida (ausência de fechamento da coluna vertebral) que causa falecimentos e paralisias, e transtornos cardiovasculares ou dos órgãos genitais.

O estudo que permitiu calcular o número de crianças afetadas pelo antiepilético foi realizado sobre quase dois milhões de mulheres que deram à luz entre 1º de janeiro de 2011 e 31 de março de 2015.

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quarta-feira

12

Abril 2017

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Grávida de anencéfalo que teve aborto negado será indenizada

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A prefeitura do Rio de Janeiro foi condenada a pagar R$ 50 mil de indenização por dano moral e R$ 667,67 por dano material a uma mulher que estava grávida de um feto anencéfalo e teve o direito de abortar negado.

A decisão da desembargadora Claudia Telles, da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, foi publicada hoje (11).

O caso ocorreu em maio 2014 no Hospital Municipal Fernando Magalhães, em São Cristóvão, na zona norte da cidade.

Conhecida como Hospital da Mulher, a unidade é credenciada para fazer aborto em casos previstos pela lei.

A paciente chegou à maternidade com 12 semanas de gestação e apresentou o comprovante do diagnóstico de anencefalia, com três exames de ultrassonografia obstétrica atestando a má-formação do feto.

No entanto, após quatro dias internada e com o diagnóstico de anencefalia do feto confirmado no próprio hospital, a mulher recebeu alta e foi orientada pelos médicos a recorrer à Justiça para conseguir a autorização para interromper a gravidez. Segundo a desembargadora, a paciente foi “constrangida a levar a gestação até o final”, tendo o parto realizado em outubro daquele ano.

O bebê morreu uma hora e meia após nascer.

“Impor à mulher o dever de carregar por nove meses um feto que sabe, com plenitude de certeza, não sobreviverá, causa à gestante dor, angústia e frustração, resultando em violência às vertentes da dignidade humana, liberdade e autonomia da vontade, além de colocar em risco a saúde, tal como proclamada pela Organização Mundial da Saúde”, disse a desembargadora Claudia Telles em seu voto.

STF

A condenação cita a “responsabilidade civil objetiva” da prefeitura, que terá que arcar, também, com as custas do funeral e os honorários advocatícios.

A defesa alegou que não houve recusa da equipe médica em fazer a chamada antecipação terapêutica do parto, mas apenas cautela jurídica, pedindo uma decisão judicial para realizar o procedimento.

No entanto, a desembargadora ressalta que a interrupção imediata da gravidez em caso de feto anencéfalo foi garantida no julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 54, em 2012, pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

“Transferir a decisão da gestante à esfera do Judiciário, como fez a equipe médica, não configura mero excesso de cautela, e sim uma profunda falha no papel que lhe cabe: o de dar o diagnóstico, orientar adequadamente a gestante e garantir que a sua decisão seja atendida.”

A Procuradoria do Município do Rio de Janeiro informou que foi notificada e está analisando a decisão judicial.

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segunda-feira

12

setembro 2016

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domingo

21

junho 2015

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